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Eu
visitava à casa de uma amiga
Em
Fortaleza, próximo ao Natal,
Quando
alguém bate à porta e ela diz: - Diga!
De
fora, a voz responde: - Eu passo mal!...
Eu
tudo acompanhava aqui do Astral,
Quando
a dona da casa, sem fadiga,
Vai
até o portão, junto da qual
Encontra
exausta pálida mendiga.
Sem
perguntar-lhe o nome, ela a conforta
Com
palavras de amor, pão, água fria
E
sem receios lhe escancara a porta.
Nesse
momento, junto à dama, eu via
Que
o fantasma da mãe quase morta,
Beijava
as mãos da dama e agradecia!
Dimas
Batista
* Mensagem
recebida por W. Pereira às 15h do dia 14.12.03.
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