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Interessa-te
pelo teu doente. Prova-lhe que o ama, dedicando-lhe atenção, zelo e carinho.
Transmite-lhe, pelos gestos e atitudes, tuas lições de serenidade, paciência e
confiança em Deus. Dá-lhe o exemplo da fé viva e mostra-lhe que a resignação é
anestésico para a dor e que o amor vale por todos os remédios.
Não
há males que o amor não cure. Um simples copo d’agua dado com amor é tônus
incomparável no refazimento do ânimo. Os medicamentos curam pelos elementos
químicos contidos na sua composição. O amor cura a alma por seus compostos
divinos constituídos dos sentimentos de solidariedade.
Uma
injeção de amor pode salvar muitas vidas pelo seu efeito multiplicador. Numa
casa em que todos se amam, a doença não faz morada, porque há um estoque de
amor disponível nos corações! O doente amado não se expõe aos tóxicos do
desespero. Mas o doente que ama é mais resistente ainda às investidas dos vírus
do pessimismo. Ele é o próprio amor agindo na intimidade do enfermo, anulando
todo o poderio das infecções do desânimo e predispondo-o à assimilação dos
agentes da cura – a vontade, a fé e a esperança!
Se
tens um doente à tua volta, irradia sobre ele a energia do amor. O amor é a
poderosa tomada que liga o homem a Deus, que opera todas as curas. Não cura
todas as doenças porque nem todos os doentes desejam a cura e há os que a
desejam, mas nada fazem por merecê-la. Mas é Deus que manipula todas as
substâncias geradoras do amor. É do amor divino que se extrai o amor inoculado
nos corações dos homens.
Por
isso, quando doamos do nosso amor, estamos doando, na verdade, porções do amor
divino, doses das energias de Deus, em favor da saúde do próximo. E quando a
alma está saudável, o seu estado se reflete sobre o corpo, operando as defesas
do organismo. Se a alma adoece, si as potências inabaláveis do amor poderão
rearmonizá-la com a saúde que verte de Deus.
Cuida
do teu doente com amor. Não lhe dês a entender jamais que lhe assiste por
obrigação, mas por amor; pelo amor renúncia que é capaz de curar os males sem
cura. Uma palavra de amor é injeção que envivece. “Levanta-te, toma o teu leito e vai para casa”, ordenou Jesus ao
paralítico de Cafarnaum. (Marcus 2,11). É que o amor é um concentrado de
virtudes celestes que transformam o homem, curando-o dos males sem conta. É
“alimento das almas”, como aprende André Luiz em Nosso Lar. (Cap. 18).
Com
as bênçãos de Jesus, Nosso Senhor e Mestre.
Joana
Pereira, Wanderley. Ditado pelo Espírito Joana.
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