O objetivo de toda creatura é a satisfação plena interior, também chamada de felicidade. Não adianta ler em livros, filmes ou comentar apenas...é preciso descobrir em cada pequeno detalhe da vida uma alegria...até mesmo nas coisas tristes.
Mas muitos , não alcançando a felicidade, se contentam com migalhas...poder e prazer.Qualquer um que aparente ser feliz é tachado de maluco, esquizofrênico.Ao invés de aprendermos a técnica da felicidade, nos entregamos ao rancoroso mundo da inveja escamoteada e passamos a perseguir aquela minoria feliz.
Mas quem é feliz não se contageia pelas caras amarradas e nariz torcido dos infelizes homens maquinais, dos que cresceram na frustação, que apagaram a criança interna e buscam assim mesmo interagir, seja num sorriso, um comentário jocoso, uma gargalhada ou até mesmo uma piada sem graça...pobre de quem não tem graça e daquele que vive na desgraça de uma vida sem graça.
O caminho é descobrir a beleza e a harmonia das coisas simples...não ficar esperando fenômenos espetaculares da vida ou buscar sabores exóticos de condutas desarmoniosas como a âmbição desenfreada e o egoismo isolacionista.
Pauline, ou melhor Poppy é uma eterna criança (talvez daquelas que entram direto pela porta do céu) que nos levará a uma reflerxão mais profunda sobre a vida e o real viver.
Quem não for de pedra compreenderá a mensagem do filme do aclamado diretor britânico Mike Leigh .