Terra Espiritual
 

'Discutindo a espiritualidade!'

Home

Espiritismo

Religiões

Sociedades Secretas

Links

Webmasters

 

www.terraespiritual.org

 

Menu

 

Aconteceu

Arte Espírita

Artigos

Biografias

Centro Espírita em Destaque

Centros Espíritas do Ceará

Chat Espírita

Doutrina

Enquete do mês

Entrevista do mês

Espiritismo e ciência

Espiritismo e filosofia

Espiritismo e religião

Eventos

Filmes espiritualistas

Liga dos Historiadores e Pesquisadores Espíritas (LIHPE)

Livro do mês

Mensagens

Obras básicas - Download

O Evangelho no Lar

Parapsicologia e espiritismo

Perguntas e Respostas

Sala Filosofia Espírita

Sobre a Divulgação Espírita

Transcomunicação

Vocabulário Espírita

 

 

 

 

 

 

 

Família - Célula Básica da Sociedade

 

 

Eliseu F. Mota Júnior

  

O corpo humano é composto de órgãos, membros, ossos, músculos, articulações e de toda uma fantástica aparelhagem psicossomática, mas a célula é a sua partícula básica, composta de uma vintena de ácidos aminados, formando uma cadeia compacta. Por sua vez, a função desses ácidos aminados fica na dependência de aproximadamente duas mil enzimas específicas. As partes principais da célula são o citoplasma, o núcleo e o DNA, envoltos por uma membrana que mantém a sua coesão. A saúde humana repousa na estrutura molecular, pois toda enfermidade, começando pelo núcleo, progride na medida em que as células vão se reproduzindo.

Algo semelhante ocorre no organismo social. Os indivíduos formam grupos nas escolas, locais de trabalho, clubes, igrejas e outras instituições, mas a família é a célula básica da sociedade, cujo núcleo são os filhos, mantida a sua união pelos laços do casamento. Desse modo, quando ocorre a falência de uma família, suas crianças sofrem o impacto do fracasso e levam adiante o caos social em que estamos mergulhados, pois somente à custa de muito esforço conseguirão evitar a sua própria desventura.

Diante disso, observa-se logo que a sociedade somente conseguirá o equilíbrio quando a família estiver estruturada sobre bases concretas, razão pela qual é importante estudarmos o assunto à luz da Doutrina Espírita. Vejamos então algumas questões de O Livro dos Espíritos[1] que podem auxiliar nessa reflexão:

P. Será contrário à lei da Natureza o casamento, isto é, a união permanente de dois seres?

R. “É um progresso na marcha da Humanidade.”

P. Que efeito teria sobre a sociedade humana a abolição do casamento?

R. “Seria uma regressão à vida dos animais.”

O estado de natureza é o da união livre e fortuita dos sexos. O casamento constitui um dos primeiros atos de progresso nas sociedades humanas, porque estabelece a solidariedade fraterna e se observa entre todos os povos, se bem que em condições diversas. A abolição do casamento seria, pois, regredir à infância da Humanidade e colocaria o homem abaixo mesmo de certos animais que lhe dão o exemplo de uniões constantes.

P. Transmitem os pais aos filhos uma parcela de suas almas, ou se limitam a lhes dar a vida animal a que, mais tarde, outra alma vem adicionar a vida moral?

R. “Dão-lhes apenas a vida animal, pois que a alma é indivisível. Um pai obtuso pode ter filhos inteligentes e vice-versa.”

P. Uma vez que temos tido muitas existências, a nossa parentela vai além da que a existência atual nos criou?

            R. “Não pode ser de outra maneira. A sucessão das existências corporais estabelece entre os Espíritos ligações que remontam às vossas existências anteriores. Daí, muitas vezes, a simpatia que vem a existir entre vós e certos Espíritos que vos parecem estranhos.”                                          

P. É tão desenvolvido, quanto o de um adulto, o Espírito que anima o corpo de uma criança?

R. “Pode até ser mais, se mais progrediu. Apenas a imperfeição dos órgãos infantis o impede de se manifestar. Obra de conformidade com o instrumento de que dispõe.”

P. São iguais perante Deus o homem e a mulher e têm os mesmos direitos?

R. “Não outorgou Deus a ambos a inteligência do bem e do mal e a faculdade de progredir?”

P. Sendo iguais perante a lei de Deus, devem os homens ser iguais também perante as leis humanas?

R. “O primeiro princípio de justiça é este: Não façais aos outros o que não quereríeis que vos fizessem.”

P. Assim sendo, uma legislação, para ser perfeitamente justa, deve consagrar a igualdade dos direitos do homem e da mulher?

R. “Dos direitos, sim; das funções, não. Preciso é que cada um esteja no lugar que lhe compete. Ocupe-se do exterior o homem e do interior a mulher, cada um de acordo com a sua aptidão. A lei humana, para ser eqüitativa, deve consagrar a igualdade dos direitos do homem e da mulher. Todo privilégio a um ou a outro concedido é contrário à justiça. A emancipação da mulher acompanha o progresso da civilização. Sua escravização marcha de par com a barbaria. Os sexos, além disso, só existem na organização física. Visto que os Espíritos podem encarnar num e noutro, sob esse aspecto nenhuma diferença há entre eles. Devem, por conseguinte, gozar dos mesmos direitos.”


[1] KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. 59ª ed. Rio de Janeiro, FEB, 1984, Trad. Guillon Ribeiro, questões 695,696, 203, 204, 379, 817, 822 e 822 “a”.

 

Fonte: O Clarim - Abril/1998 (Da Série Recordando Kardec)

 

 

 

 

Pensamentos

 

 O mundo é a nossa vasta sementeira e o Evangelho é, sem dúvida, o celeiro divino de todos os cultivadores da terra espiritual do Reino de Deus.

Emmanuel/Chico Xavier

 

* * *

 

Na companhia sublime

Do amigo Excelso e Imortal,

Nós somos semeadores

Da terra espiritual.

Casimiro Cunha/Chico Xavier  

 

 

 Home   l   Espiritismo   l   Religiões   l   Sociedades Secretas   l   Links   l   Webmasters

Copyright 2003 Terra Espiritual. All Rights Reserved.

Nedstat Basic - Free web site statistics