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Marcelo
Branzink do Nascimento
Hoje eu assisti a um filme
que me fez pensar muito em tudo que tenho vivido e lido ultimamente. Fez-me
pensar sobre a vida, sobre valores, sobre mim, sobre família, enfim, sobre o
que realmente importa na vida. E por falar nisso, o que realmente importa na
vida? Dinheiro? Posição social? Prazeres? O que realmente queremos? Será que
tenho um objetivo concreto de vida que não seja apenas coisas passageiras,
futilidades que gravitam entorno de meu ego?
O que importa mais o emprego
ou a família? Essa é uma das várias perguntas que podem parecer piegas, porém
ainda está constantemente na cabeça de todos nós, é só olhar para o lado e ver
olhares perdidos, a procura de algo que não sabemos bem o que é.
Por que é tão difícil dizer
“você quer um auxílio” e tão mais fácil dizer “isso não tem nada haver comigo”?
Dar as costas parece ser a máxima da atualidade. Porém a vida corre célere e
nos assalta com sua velocidade, quando menos esperamos estamos no final do
filme lembrando as primeiras cenas e querendo poder reescrever tudo do
princípio.
Hoje vivemos em uma
sociedade que baseia suas metas em números e não em satisfação do próximo,
nosso compromisso vai até o “plin” do caixa soar e o dinheiro entrar. Será que
as relações humanas devem ser tão superficiais como um contrato assinado com
firma reconhecida?
Mas há esperança e temos que
começar a mudança conosco, dando o exemplo primeiro, colocando em prática o
“amai uns aos outros”, tão famoso e imortalizado em nosso Livro Sagrado. “Amar
a Deus acima de tudo” é “Amar ao próximo como a si mesmo”, pois assim seríamos
muito mais felizes.
Não prego utopias, sabemos
que a riqueza e a pobreza são necessárias, pois há aprendizado em todas as
formas de viver em que o Pai Celestial nos coloca, porém um pouco mais de boa
vontade e esforço não custa nada mais caro do que já pagamos pelo preço da
convivência. Eduquemo-nos e também aos nossos filhos sobre a máxima de Jesus,
façamos dela nosso lema e vida! Pois a vida passa rápido e o que fica são
nossas boas e más ações.
Como você quer ser lembrado?
Como você quer passar para o outro lado? Como completista ou como derrotado
pela sua própria incúria?
Nós Espíritas temos um
compromisso com a ética que Cristo nos ensinou, não somente em pregá-la, porém,
e mais importante, em aplicá-la!
Que
Deus e nosso Irmão Maior Jesus Cristo nos abençoe!
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