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Dr. Ricardo Di Bernardi
Os chamados
xifópagos, conhecidos a nível popular como gêmeos siameses, são aqueles que
apresentam seus corpos unidos por um segmento físico. Comumente se observa o
uso indevido do termo xiPÓfago, ao invés da designação correta xifópago.A
nomenclatura provém de xifóide que é o apêndice terminal do osso esterno (com s
), situado na frente do tórax onde se unem as costelas, isto porque muitos dos
xifópagos estudados eram unidos por esta parte do corpo. As ligações (físicas)
podem se efetuar por diversos órgãos ou segmentos corporais , inclusive
inviabilizando a gestação ou a sobrevivência de ambos os recém-natos.
Nas situações onde
DUAS ENTIDADES ESPIRITUAIS se ligam à esfera espiritual materna e posteriormente
ao fluido vital do óvulo, ocorrendo a fecundação, o óvulo fecundado (zigoto)
sob a influência de duas energias espirituais diferentes tende a se bipartir.
No início da embriogênese quando o ovo inicia sua multiplicação, há pela presença
de dois espíritos, a separação em duas células que desenvolverão dois organismos
filhos.
No processo normal
quando há duas entidades espirituais ligadas ao ovo (óvulo fecundado), a dita
separação determina o surgimento de gêmeos univitelineos (idênticos). No
entanto, no caso dos xifópagos , permanecem unidos durante a gestação originando
a ligação física entre os dois corpos. Ligação esta que pode se efetuar,
inclusive, por órgãos vitais impossibilitando a intervenção cirúrgica
especialmente em determinadas áreas do planeta onde os recursos são ainda
rudimentares na área médica.
Do ponto de vista da
CIÊNCIA ESPÍRITA , temos a informação que as pessoas se vinculam
energeticamente a outras pela sua postura mental. Há casos, onde esta fixação
atinge níveis patológicos de ligação e intercâmbio energético-vibratório.
Espíritos que se
odeiam mutuamente, por exemplo, mantém um fluxo de energia entre si
prendendo-se reciprocamente.
Em muitas
circunstâncias, não há possibilidade ,a curto ou mesmo a médio prazo, de se
dissolver estas ligações para a recuperação psíquica dos envolvidos. À medida
que os anos passam, a imantação se acentua atingindo níveis graves de
comprometimento do corpo astral (perispírito) de ambos.
A anestesia
temporária, pela terapia da reencarnação, poderá servir de impulso renovador na
reconstituição da normalidade.
Considerando sempre
que os pais são co-participes do processo, os vínculos comuns do pretérito é
que os leva a vivenciar esta situação. Não são portanto vítimas inocentes de
uma lei natural injusta e arbitraria. O reencontro comum pelas afinidades que
os atraem por sintonia energética nada mais é que o merecimento ou lei natural
de causa e efeito a qual se opera automaticamente.
Inimigos que
estabelecem vínculos expressivos e desequilibrantes, retornam juntos e unidos.
Não conseguem se separar, jungidos pelo laço extrafísico que se expressará pela
equivalente ligação biológica.
Em outros casos, por
exemplo obsessões de naturezas diversas onde a dupla se realimenta por vias
anormais , e mútuas, só a drenagem para a periferia física dessa ligação
extrafísica , poderá facilitar o rompimento energético estabelecido. Renascem então,
ligados.
A visão espiritual do
processo , além de poder contribuir cientificamente em futuro próximo, para a
compreensão da gênese do problema, serve desde já, também, para alertar com
relação as conseqüências das fixações monoideísticas desequilibradas. A terapia
da prece, no sentido da doação energética, é o recurso ideal e indispensável
para suavizar as dores bem como para apontar soluções. Soluções que em futuro
próximo para eles (xifópagos) se descortinará: A reconciliação, levando a união
pelo vínculo normal e saudável do amor... (maiores detalhes no livro Gestação
sublime intercâmbio, de minha autoria )
Abraços.
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