Terra Espiritual
 

'Discutindo a espiritualidade!'

Home

Espiritismo

Religiões

Sociedades Secretas

Links

Webmasters

 

www.terraespiritual.org

 

Menu

 

Aconteceu

Artigos

Centro Espírita em Destaque

Centros Espíritas do Ceará

Chat Espírita

Doutrina

Enquete do mês

Entrevista do mês

Espiritismo e ciência

Espiritismo e filosofia

Espiritismo e religião

Eventos

Filmes espiritualistas

Livro do mês

Mensagens

Obras básicas - Download

O Evangelho no Lar

Parapsicologia e espiritismo

Perguntas e Respostas

Sobre a Divulgação Espírita

Transcomunicação

 

 

 

 

 

 

 

 

É Outro Dia...

 

 

Marcelo Henrique Pereira*

cellosc@floripa.com.br

www.novatrento.com/marcelo

  

         Toca o despertador... Indesejável, até odiado. Marcante, pois que agride o ouvido e te faz sobressaltar. É hora do inevitável: mais um dia de trabalho!

Como começas teu dia, amigo? Já blasfemando contra tudo e todos, já antevendo o desprazer de encontrar problemas, ou rever desafetos, ou lutar para conseguir o mínimo que te sustenta?

Ou, de outra sorte, como numa rotina, maldizer as circunstâncias, os fatos ou mesmo o cenário de um novo dia, igual, para ti, como os demais?

É pena...

Não são iguais as horas, embora se-te-lhe pareçam. O convívio maquinal que empreendes para a sucessão dos minutos, é que te causa esta impressão. Afinal, fazes tudo do mesmo jeito, qual o operário que se aperfeiçoou a “apenas” apertar, do mesmo jeito, o mesmo parafuso, no correr dos dias. Como diz um velho amigo, “quem se especializou em apertar parafuso, vai ser sempre o melhor apertador de parafusos que exista”.

Por que, então, não ousas?

Por certo te achas muito velho para uma nova empreitada, ou, então, acomodado, não queres “começar tudo de novo”. Não precisas ir muito longe para a ousadia... Às vezes, ela está bem perto de ti, e te acena, sucessivas vezes, e tu, por receio ou apatia, não lhe seguras as mãos...

Estes dias, presenciava um diálogo entre um casal que objetivava separar-se. A alegação de uma parte (sem importar o sexo que era) residia na falta de criatividade do(a) parceiro(a). E isto só ocorrera depois do noivado e do casamento, que se sucederam em poucos meses, porque, já garantida a conquista, nada mais era necessário fazer, por certo. Aqueles dias venturosos, de expectativa e curiosidade, do namoro, estavam sepultados, porque um ou outro já havia conseguido o seu intento. Formar uma parceria... Como se o objetivo fosse apenas esse.

O correr dos dias, na repetição das lutas e das situações, moldou em um (ou em ambos) o conformismo e a acomodação. Não mais presentes fora de data, não mais bilhetes escondidos sob o travesseiro ou no bolso da calça, não mais flores (algumas silvestres, roubadas) ou um mísero bombom ou balinha de troco da padaria, sem falar nos adjetivos criativos ou nas palavras acompanhadas de carícias novas ou afagos voluntariosos.

O encantamento perdeu-se...

Saindo do espectro conjugal e adentrando em outras esferas do teu viver, amigo, como anda o teu entusiasmo? A procura por sensações boas, quase sempre experimentadas ante uma conquista, um bom resultado no ofício, uma grande venda, uma entrevista bem sucedida... Onde foram parar?

Aperfeiçoaste-te em apertar parafusos, como se existissem somente eles, e abominas que a indústria invente um outro tipo, ou utilize um outro material, porque terás que te especializar novamente, terás que aprender?

Deixa um pouco de lado tua apatia e o teu orgulho. Sim, o orgulho, esta chaga que nos remete a aparentarmos ser mais do que realmente somos, porque não estamos dispostos a começar de novo, ou a admitir que alguém sabe mais do que a gente.

Já reparou como encaras aquele “pivete” ou “fedelho” que chegou ontem à tua seção, e já está na dianteira, atraindo a atenção dos clientes e a admiração do chefe. Ou aquela mocinha que por ser mais jovem (e, quase sempre, mais bonita ou mais bem-vestida) do que você, alcança, também por competência, melhores resultados que você?

Aproveita o ensejo da competição sadia para te arrumar melhor, para te achar bonito(a), para refazer a forma pela qual realizas as mínimas tarefas. É hora de crescer, de ser “mais gente”. Quem sabe o Alto não te propiciou, agora, um “adversário” para te fazer, na vitória ou na experiência do embate salutar, mais feliz e realizado?

Desperta, pois... É a tua hora!

 

* Diretor de Política e Metodologias de Comunicação/ABRADE (www.abrade.com.br)
Delegado da Confederação Espírita Pan-Americana para a Grande Florianópolis-SC

 

 

 

 

 
 

Pensamentos

 

 O mundo é a nossa vasta sementeira e o Evangelho é, sem dúvida, o celeiro divino de todos os cultivadores da terra espiritual do Reino de Deus.

Emmanuel/Chico Xavier

 

* * *

 

Na companhia sublime

Do amigo Excelso e Imortal,

Nós somos semeadores

Da terra espiritual.

Casimiro Cunha/Chico Xavier  

 

 

 Home   l   Espiritismo   l   Religiões   l   Sociedades Secretas   l   Links   l   Webmasters

Copyright 2003 Terra Espiritual. All Rights Reserved.

Nedstat Basic - Free web site statistics