Terra Espiritual
 

'Discutindo a espiritualidade!'

Home

Espiritismo

Religiões

Sociedades Secretas

Links

Webmasters

 

www.terraespiritual.org

 

Menu

 

Aconteceu

Arte Espírita

Artigos

Biografias

Centro Espírita em Destaque

Centros Espíritas do Ceará

Chat Espírita

Chico Xavier

Doutrina

Enquete do mês

Entrevista do mês

Espiritismo e ciência

Espiritismo e filosofia

Espiritismo e religião

Eventos

Filmes espiritualistas

Liga dos Historiadores e Pesquisadores Espíritas (LIHPE)

Livro do mês

Mensagens

Obras básicas - Download

O Evangelho no Lar

Parapsicologia e espiritismo

Perguntas e Respostas

Sala Filosofia Espírita

Sobre a Divulgação Espírita

Transcomunicação

Vocabulário Espírita

 

 

 

 

 

 

 

Pára e Pensa!

 

 

Mauro Paiva Fonseca

  

Se nascemos sem que seja por nossa vontade, se sofremos sem desejarmos o sofrimento, se inevitavelmente morrermos, embora não desejemos a morte, o bom senso está a nos dizer que precisamos meditar sobre a vida; pois há muitos “porquês” a serem respondidos.

Os atributos e condicionamentos que trazemos ao nascer dependeram de nós mesmos, porque fomos os arquitetos do nosso porvir. A forma, as limitações e o meio onde somos colocados na vida física indicam um processo altamente seletivo, que posiciona cada criatura na situação que otimizará o aproveitamento no processo evolutivo.

Luminares da Espiritualidade planejam, com perfeição de detalhes, o roteiro que nos competirá percorrer, examinando pormenores, para avaliar-lhes a real eficiência em nossa economia evolutiva. Tudo é planejado sob o determinismo divino: o determinismo do bem! Ele é o parâmetro ao qual são referenciados os acontecimentos inevitáveis da existência. Nossas necessidades de Espíritos em aperfeiçoamento são por eles bem conhecidas, pois se acham inscritas em nossa natureza perispiritual, em sua totalidade, de onde extraem os elementos necessários à composição do roteiro reencarnatório.

Ao tentarmos violar o equilíbrio das forças que determinam os acontecimentos indispensáveis, estaremos criando outros que, automaticamente, tendem a reequilibrar aquilo que desequilibramos.

Com a liberdade e o livre-arbítrio de que desfrutamos, geramos determinismo a que popularmente se denomina “destino”. Entretanto, não há nele fatalidade; as dores, e os sofrimentos que nos visitam durante a existência, por inevitável imposição da lei do progresso, poderão ser adoçados com a resignação e a humildade, ou agravados com o ácido da rebeldia, da revolta e da inconformação.

Cativos da matéria, estamos encarnados para o trabalho incessante de escoimar do próprio acervo os erros, as fraquezas e os maus sentimentos, porque eles são os responsáveis pela permanência nos processos reencarnatórios, os quais, para serem superados, dependerão dos esforços empreendidos em cada etapa.

A morte, todos o sabemos, é uma fatalidade para todos; é o processo inevitável no transformismo fenomênico; mas ela não existe como realidade destruidora, pois  que, na verdade, é apenas a continuação da vida. Por essa razão, não poderemos viver como se tudo terminasse no túmulo; nem nos conformarmos em desconhecer o que vem depois. Há milênios, o homem perquire os mistérios da morte, para compreender a sobrevivência além-túmulo.

Todos os que se sentem portadores de alguma inteligência não poderão ficar indiferentes, aceitando um futuro desconhecido, sem buscar-lhe o conhecimento, pesquisando as razões e a lógica da vida.

Eis que o Cristo procura acordar-nos declarando: “Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará...” Neste chamamento, entretanto, estará implícito o esforço necessário a cada um, para alcançar a verdade libertadora.

Do infinito, as trombetas já soam numa vibrante alvorada, para acordar os retardatários. A indiferença e a negligência são crimes contra nós próprios; elas amodorram a razão e sentimento, transformando-nos em joguetes das forças cegas da Natureza. Até que o homem se decida assumir o comando, tomando as rédeas da vida para orientá-la com segurança e conhecimento, estará à mercê do sofrimento e da dor.

A força propulsora, no-la oferece o Pai Celestial; a bússola para orientá-la é o Evangelho de Jesus, Caminho, Verdade e Vida; e o manancial que no-lo explica em espírito e verdade é a Terceira Revelação, este repositório completo de conhecimentos chamado Doutrina Espírita.

 

Fonte: Revista Reformador – out/1998

 

 

 

 

Pensamentos

 

 O mundo é a nossa vasta sementeira e o Evangelho é, sem dúvida, o celeiro divino de todos os cultivadores da terra espiritual do Reino de Deus.

Emmanuel/Chico Xavier

 

* * *

 

Na companhia sublime

Do amigo Excelso e Imortal,

Nós somos semeadores

Da terra espiritual.

Casimiro Cunha/Chico Xavier  

 

 

 Home   l   Espiritismo   l   Religiões   l   Sociedades Secretas   l   Links   l   Webmasters

Copyright 2003 Terra Espiritual. All Rights Reserved.

Nedstat Basic - Free web site statistics