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Naiara Taici Ferreira de
Oliveira
O esforço de um grupo é indiscutivelmente a
senha de acesso para realizações produtivas. Ao longo do tempo, após certa
convivência, os integrantes de uma mesma Casa Espírita, por exemplo, são
levados a uma única visão, ou seja, a uma visão comum na ação e nas atividades
a serem desenvolvidas.
Muitos trabalhadores apresentam bom
desempenho no trabalho independente, mas poderão realizar melhor tarefa se
contarem com o auxílio de outras pessoas operando em equipe.
É característica do ser humano o gosto de se
relacionar e de trabalhar socialmente em meio a outras criaturas. Quando em
parceria, o trabalho que até então era realizado apenas por uma pessoa,
torna-se melhor, enriquece-se.
A integração entre companheiros num mesmo
propósito transforma-se em força maravilhosa que vence agitações externas, por
maiores que sejam.
Para obtermos eficiência e bom desempenho é
preciso comunicação objetiva que envolva todos e conduza-nos a tomar contato
com as informações necessárias do andamento normal do serviço. Trabalhar em
equipe implica interação de relacionamentos que permitem aos cooperadores
saberem o que os outros estão fazendo ou realizando e quais as metas a serem
atingidas.
Não atingiremos bom desempenho em equipe se
os integrantes não tiverem reuniões periódicas em local previamente destinado,
onde possam ser estimulados em trocas de idéias, colaborações, renovação,
amizade e compartilhamento de princípios. Não se esquecer do trabalho dos
planos superiores presentes a essas reuniões fraternas e amorosas.
Sabendo disso, o líder precisa estar atento
para que as opiniões expressas não sejam levadas a interpretações negativas,
que poderão gerar “conversinhas” e pareceres distanciados do equilíbrio e do
real objetivo. Para qualquer tipo de ação é necessária a sustentação da
harmonia e da serenidade.
Nota-se grande diferença quando se vê
equipes nesses moldes, trabalhando.
Não basta porém, que estimulemos pessoas a
trabalharem juntas, necessário que esclareçamos os objetivos do trabalho, sendo
ele na Casa Espírita ou fora dela. Nas mesmas proporções, levar à
conscientização de quanto mais trocas se efetuarem, mais fortes serão os
vínculos entre os componentes do grupo e com as instituições.
Fonte: Jornal Verdade e Luz Nº 189 – Out/2001
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